VHS para DVD (41) 3079-6596 - Alternativa On Line Curitiba

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Novo Endereço a partir de 08/05

Alternativa On Line

Av. Mal. Floriano Peixoto, 96 - sala 41 - 4º andar
(esquina com a XV de Novembro)
Centro - Curitiba - Paraná

Horário de Atendimento
Segunda a Sexta-Feira

9:00 as 11:00 horas
12:30 as 17:00 horas

 

Conversão de Disco de Vinil para CD/MP3 em Curitiba

Conversão / Digitalização de LP Disco de Vinil para para CD / MP3 em CuritibaConversão de Disco de Vinil para para CD/MP3 em Curitiba

Itens Incluídos:

  • Caixa para CD;
  • Capa P/B com título da fita;

 

Digitalização sem separação de faixas: R$ 20,00 por disco de vinil;
Digitalização com separação de faixas: R$ 22,50 por disco de vinil;
Digitalização com separação de faixas e limpeza: R$ 25,00 por disco de vinil.

Cópia da conversão por apenas R$ 5,00


Eternize suas recordações para sempre!

 

 

Disco de Vinil

O disco de vinil, conhecido simplesmente como vinil, ou ainda Long Play (LP) é uma mídia desenvolvida no início da década de 1950 para a reprodução musical, que usava um material plástico chamado vinil. Trata-se um disco de material plástico (normalmente cloreto de polivinila, ou PVC), usualmente de cor preta, que registra informações de áudio, as quais podem ser reproduzidas através de um toca-discos. O disco de vinil possui micro-sulcos ou ranhuras em forma espiralada que conduzem a agulha do toca-discos da borda externa até o centro no sentido horário. Trata-se de uma gravação analógica, mecânica. Esses sulcos são microscópicos e fazem a agulha vibrar. Essa vibração é transformada em sinal elétrico. Este sinal elétrico é posteriormente amplificado e transformado em som audível (música). O vinil é um tipo de plástico muito delicado e qualquer arranhão pode tornar-se uma falha, a comprometer a qualidade sonora. Os discos precisam constantemente ser limpos e estar sempre livres de poeira, ser guardados sempre na posição vertical e dentro de sua capa e envelope de proteção (conhecidas, vulgarmente, como capa de dentro e de fora). A poeira é um dos piores inimigos do vinil, pois funciona como um abrasivo, a danificar tanto o disco como a agulha.

 

História

O disco de vinil surgiu no ano de 1948, tornando obsoletos os antigos discos de goma-laca de 78 rotações - RPM (rotações por minuto) -, que até então eram utilizados. Os discos de vinil são mais leves, maleáveis e resistentes a choques, quedas e manuseio (que deve ser feito sempre pelas bordas). Mas são melhores, principalmente, pela reprodução de um número maior de músicas - diferentemente dos discos antigos de 78 RPM - (ao invés de uma canção por face do disco), e, finalmente, pela sua excelência na qualidade sonora, além, é lógico, do atrativo de arte nas capas de fora. A partir do final da década de 1980 e início da década de 1990, a invenção dos compact discs (CD) prometeu maior capacidade, durabilidade e clareza sonora, sem chiados, fazendo os discos de vinil ficarem obsoletos e desaparecerem quase por completo no fim do Século XX. No Brasil, artistas que pertencem a grandes gravadoras, gravaram suas músicas em LP até 1997, e aos poucos, o bom e velho vinil saía das prateleiras do varejo fonográfico. Alguns audiófilos ainda preferem o vinil, dizendo ser um meio de armazenamento mais fiel que o CD. O curioso é que algumas lojas da especialidade ainda têm uma pequena seção com discos em vinil que são, contemporaneamente, editadas por alguns (muito poucos) artistas/bandas.

 

Fonte: wikipedia.org

 
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